28 abril, 2014

"DESTRALHE-SE"

Texto: Carlos Solano

-"-Bom dia, como tá a alegria"? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar.

-"-Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" e ela me apertou.

Na matemática de dona Francisca, "quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; 12 fazem a vida prosperar".

Falando nisso, "vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".

Já ouviu falar em toxinas da casa?

Pois são:
- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa a um ano,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas, antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...


Ufa, que peso!

"O que está fora está dentro e isso afeta a saúde", aprendi com dona Francisca.

- "Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa"!, ela diz, enquanto me ajuda a 'destralhar', ou liberar as tralhas da casa...

O 'destralhamento' é a forma mais rápidas de transformar a vida e
ajuda as outras eventuais terapias.


Com o destralhamento:

- A saúde melhora;
- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se aprimoram...

É  comum se sentir:
- cansado,
- deprimido,
- desanimado,
em um ambiente cheio de entulho, pois "existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos".


Outros possíveis efeitos do "acúmulo e da bagunça":
- sentir-se desorganizado;
- fracassado;
- limitado;
- aumento de peso;
- apegado ao passado...


No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
Na entrada, restringem o fluxo da vida;
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
Acima de nós, são dores de cabeça;
“Sob a cama, poluem o sono”.



-"Oito horas,  para trabalhar;
Oito horas,  para descansar;
Oito horas,  para se cuidar."


Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:

- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje ?
- O que vou sentir ao liberar isto?

...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!



Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
- das cores berrantes,
- dos odores químicos,
- dos revestimentos sintéticos...

e também...

- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.


"Se deixas sair o que está em ti, o que deixas sair te salvará..
Se não deixas sair o que está em ti, o que não deixas sair te destruirá",
Arremata o mestre Jesus, no evangelho de Tomé.


"Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente", diz a sabedoria oriental.

O Ocidente resiste a essa idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.

Dona Francisca me conta que:

"as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo"..
a gente deveria de ser assim, ela diz


-"Destralhar ajuda a adocicar."

Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...

"As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física.

Quando se encontram, ou reencontram, mesmo depois de muitos anos,

a amizade é tão forte quanto sempre."

(Deng Ming-Dao )
"Um homem que estava desempregado entra num concurso para ser faxineiro da Microsoft. O gerente de recursos humanos o entrevista, faz um teste (pede para ele varrer o chão) e lhe diz: "o serviço é seu. Me dê o seu e-mail para que eu envie a ficha de inscrição, a data e a hora em que você deverá se apresentar para o serviço".
O homem, desesperado, responde que não tem computador, muito menos e-mail. O gerente de RH disse então que lamentava o ocorrido, mas que a ausência de e-mail significava que virtualmente o homem não existia, e que, como não existia, não poderia trabalhar.
O homem saiu desesperado, sem saber o que fazer e com somente 10 dólares no bolso. Decidiu então ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates. Indo de porta em porta, resolveu vender os tomates a quilo e, em menos de duas horas, já tinha conseguido duplicar seu capital. Depois de repetir a operação mais três vezes, voltou para casa com 60 dólares.
E assim o tempo passa. O homem verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e chega do trabalho cada dia mais tarde. Pouco tempo depois compra uma kombi, depois a troca por um caminhão e chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Cinco anos depois, o homem se torna dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da família, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano justo e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede um endereço de e-mail para enviar a proposta.
O homem responde que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: "Você não tem e-mail e chegou a construir esse império. Imagine o que você seria se tivesse um e-mail!".
E o homem responde:
"Seria faxineiro da Microsoft!"
Moral da história 1: a internet não soluciona sua vida;
Moral da história 2: se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail;
Moral da história 3: Se você não tem um e-mail, mas trabalha muito, pode se tornar milionário;
Moral da história 4: se você recebeu isto por e-mail, está mais perto de ser faxineiro do que milionário.
Autor desconhecido
O Sábio Samurai

 
Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.

Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?

Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!

Autor Desconhecido.

O Sábio Samurai (Texto de Autor Desconhecido)

Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!
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O Sábio Samurai (Texto de Autor Desconhecido)

Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!
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O Sábio Samurai (Texto de Autor Desconhecido)

Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!
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Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!
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Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.

A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.

O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!
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O SOL E O VENTO....
 O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.
O vento disse:

- Provarei que sou o mais forte.
Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço?
Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você.

O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.

O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava,
mais a mulher segurava o lenço junto a si.

Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.
Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.

O sol disse, então, ao vento:

- Lembre-se disso:
    
"A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força."
AS CINCO BOLAS

"Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é a única bola de borracha.
Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras são de vidro.
Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida".

Como?

Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.
Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.
Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.
Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas.
Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.
Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
Não tema admitir que não é perfeito.
Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.
Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega f acilmente.
Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembre-se: Ontem é história.
Amanhã é mistério e
HOJE é uma dádiva. Por isso se chama "presente".
Brian Dyson (ex-presidente da Coca-Cola Co.)

Saber Viver- de Cora Coralina

Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar

TERAPIA DO ELOGIO - Arthur Nogueira

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando... os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a
imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência, são pessoas que têm a
obrigação de cuidar do corpo e do rosto. Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Destroem seus casamentos, e acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Comecemos a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional, o bom filho, o bom pai ou a boa mãe, o bom amigo, a boa dona de casa. A mulher e o homem que se cuidam...

Enfim, vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível viver sozinho e feliz, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma? Então elogie alguém hoje!
Arthur Nogueira, psicólogo.
Motive-se

Numa transmissão recente da rádio CBN Max Gheringer disse o seguinte:
“Existem muitos guros que sabem dar respostas profundas e criativas às grandes questões sobre o mercado de trabalho atual”. Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

1ª Pergunta: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

2ª Pergunta: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.

3ª Pergunta: Que conselho o senhor dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

4ª Pergunta: E para os funcionários que tem chefes centralizados e perversos?
Resposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última Pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas... Eu só queria que me perdoassem pelo fato de não existir nenhum Reynold Remhn, é um nome fictício. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas do livro de ECLESIASTES, do Velho Testamento (Bíblia Sagrada) escrito, portando, há 2.300 anos. Mas, se eu digo isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar ouvindo.

É surpreendente o conhecimento que Deus nos dá para o nosso dia a dia não é mesmo?

Texto atribuído a Max Gehringer

O ESCULTOR  DA VIDA

Charles Chaplin

 
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim”.

O que acontece no meio 

 MARTHA MEDEIROS

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco, mas a que nos revela a nós mesmos

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.

No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

22 abril, 2014

O Violinista

Havia um violinista cuja competência em sua arte era
inigualável. Certa vez, decidido a enfrentar novos desafios,
propôs a si mesmo entrar numa selva habitada por animais
selvagens. Acreditando no poder de sua música, julgava que
chamaria a atenção dos animais, tocando-lhes seus corações
despertando o que de melhor havia dentro de cada um deles.
As pessoas tentaram impedi-lo, mas não conseguiram. E lá
foi o violinista embrenhar-se no mato, levando apenas o seu
violino, e sua arte e a sua fé.
Estava no meio da floresta quando o leão o farejou. A
fera ao sentir a sua presa, veio correndo, e quando ia dar o
bote fatal, ouviu o som que saía do violino e admirado com a
música, ficou ao lado dele para saborear as notas musicais
liberadas pelo violinista através do seu instrumento de
trabalho.
Pouco depois, o tigre também farejou a refeição em
potencial, veio correndo e quando ia abocanhar sua presa,
ficou admirado com o som emitido do violino e também se
colocou ao lado do leão para contemplar a performance do
violinista.
E assim, cada animal que avistava ou farejava o
homem e seu violino, aproximava-se decidido a devorá-lo,
mas quando envolvido pelo som que ele tocava, apaziguado
em seu ânimo, superava os próprios instintos e acomodava-
se junto aos outros para apreciar o show. Assim prosseguia,
até que a onça também passou por perto, farejou o violinista
e veio correndo, passou por cima dos outros animais e
devorou o pobre homem. Os animais ficaram chocados com
tanta maldade e foram perguntar a onça o porquê do ato tão
cruel. A porta voz dos animais, a hiena, indagou:
— Dona Onça, dona Onça... Como pôde? Será que
tamanha música não foi capaz de sensibilizá-la?
A onça sem nada entender sobre o que estava
acontecendo diz:
— Cada vez nos tornamos melhores e mais santos,
embora sempre pecadores... Então, por que devo me
preocupar ou me entristecer?
O senhor ficou muito admirado com a sabedoria do
homem e entendeu a situação daqueles que, embora
pecadores conheçam e amam a Deus.

Cuida do Mais Importante

Certa vez um jovem recebeu do rei a tarefa de levar
uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma
terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino
para usar na jornada.
— Cuida do mais importante e cumprirás a missão! –
disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou-se, escondeu a mensagem na
bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro
amarrada à cintura.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E nem
sequer pensava em falhar. Queria que todo o reino soubesse
que era um nobre e valente rapaz. Para cumprir, porém,
rapidamente sua tarefa, ele por vezes deixava a estrada e
pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia
o máximo do animal. Quando parava numa estalagem,
deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da
carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou lhe
providenciar alguma ração.
— Assim meu jovem, acabará perdendo o animal. –
disse alguém.
— Não me importo. - respondeu ele. — Tenho dinheiro.
Se este morrer, compro outro. Não fará nenhuma falta!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre
animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na
estrada. O jovem simplesmente seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país, havia poucas
fazendas e estas eram muito distantes umas das outras.
Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe
fazia o animal. Estava exausto e sedento. Já tinha deixado
pelo caminho toda a bagagem, com exceção das pedras, pois   
se lembrava da recomendação do rei: "Cuide do mais
importante!”.
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas
freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer
momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no
salto de sua bota. Mais tarde caiu exausto ao lado da estrada,
onde ficou desacordado.
Uma caravana de mercadores, que seguia viagem para
o seu reino, o encontrou e cuidou dele.
 Ao recobrar os sentidos, percebeu que estava de volta
em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o
que havia acontecido e colocou toda a culpa do insucesso nas
costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
— Porém, majestade, conforme me recomendaste
“cuidar do mais importante", aqui estão às pedras que me
confiaste. Devolvo-as a ti, não perdi nenhuma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o
despediu, demonstrando completa frieza diante de seus
argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa,
ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a
mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da Região do Norte. O jovem que te
envio é candidato a casar-se com minha filha. Esta jornada é
uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.
Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me,
portanto, este grande favor: verifique o estado do cavalo. Se o 
animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a 
fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se, porém,
perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um
bom marido, nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro
do reino e não dará importância à rainha nem aqueles que o
servem".
 
Moral da história:
Muitas vezes nos preocupamos com o exterior e
esquecemos o mais importante: O que está no coração. Jesus
nos ensina que em todos os dias, devemos viver como
testemunhas vivas do seu Amor. Vamos assumir esta missão
e lançar fora o que nos impede de nos aproximarmos de Deus...

Cheiro de Deus

Um vento frio dançava ao redor da noite, enquanto o
médico caminhava pelo pequeno hospital em direção ao
quarto de Maria. Ainda meio tonta por causa da anestesia,
seu marido, Pedro, segurava sua mão, esperando pelas
últimas notícias da cirurgia. Naquela tarde complicações
tinham forçado Maria, com apenas 24 semanas de gravidez, a
sofrer uma cesariana de emergência, trazendo ao casal a nova
filha, Carol. Mas as palavras do médico caíram como uma
bomba sobre eles: — Não acredito que a criança sobreviva, há
apenas 10% de chance dela passar desta noite.
Entorpecidos e incrédulos, Pedro e Maria escutaram o
médico descrevendo os problemas que Carol enfrentaria se
sobrevivesse. Ela nunca andaria, não falaria, provavelmente
ficaria cega, e estaria entre a paralisia cerebral e o total
retardamento mental.
Durante a madrugada, enquanto a vida de Carol estava
por um fio, Maria, entre um sono e outro, via crescer a idéia
de que sua minúscula filha viveria para ser uma menina feliz
e saudável. Mas Pedro, plenamente acordado, sabia que
deveria convencer sua esposa do inevitável. Disse então, que
eles precisavam conversar sobre o enterro. Maria, sem querer
ouvir o marido, ignorava o que ele dizia. Como Carol estava
muito fragilizada, mal podiam tocá-la ou levantá-la para
demonstrarem seu afeto e que estavam ali esperando que
fosse curada. Tudo o que podiam fazer era orar, pedindo a
Deus que ficasse perto daquela menina tão querida e
preciosa. Com o passar das semanas, Carol ganhou um
pouco de peso e força. Quando completou dois meses, seus
pais puderam dar-lhe o primeiro abraço. E dois meses mais
tarde, embora os médicos continuassem a advertir que suas
possibilidades de sobrevivência eram remotas, Carol foi para
casa, assim como sua mãe acreditava que aconteceria. Hoje,
Carol é uma menina com um insaciável amor pela vida. Ela
não demonstra sinal de qualquer dano mental ou físico.
Numa tarde, Carol estava sentada nas arquibancadas
de um estádio, assistindo ao jogo do time de João, seu irmão.
Como sempre, ela falava sem parar com sua mãe, quando de
repente, deixou-se cair silenciosa, com a cabeça encostada no
colo da mãe, e perguntou:
—Está sentindo este cheiro? 
— Sim, cheiro de chuva - respondeu a mãe. Carol 
fechou os olhos novamente e perguntou:
— A senhora está sentindo este cheiro? 
— Sim, acho que vamos nos molhar, é cheiro de chuva. 
Carol sacudiu a cabeça e falou:
— Não, é o cheiro Dele, é o cheiro de Deus que eu sinto
quando coloco a cabeça próxima ao seu coração.
Emocionada, Maria viu nas palavras da filha a confirmação
do que ela e toda família já sabiam desde o início. Durante
aqueles longos dias e noites dos seus primeiros meses de
vida, quando seus nervos eram por demais sensíveis para que
a mãe pudesse tocá-la, Deus segurava Carol contra seu peito
e deixava em seu coração o seu perfume de amor, o qual ela
jamais esqueceria.
 
Moral da história:
Você ainda acha que Jesus não pode fazer o impossível
na sua vida? Faça esta experiência, se lance nos braços de
Jesus e veja quantos milagres acontecem com você!
Deus transforma o impossível em POSSÍVEL...